Por Que a Diferença Entre Doenças Autoimunes e Alergias Confunde Tanta Gente?
A diferença entre doenças autoimunes e alergias é um mistério para muitas pessoas que enfrentam sintomas como cansaço, coceira ou inflamação. Você já sentiu um desconforto que não explica? Talvez tenha tomado um antialérgico esperando alívio, mas nada mudou. Essa confusão acontece porque, à primeira vista, os dois problemas parecem semelhantes – afinal, ambos envolvem o sistema imunológico. Mas a verdade é que eles são bem distintos, e entender isso pode ser o primeiro passo para encontrar o tratamento certo.
Você Já se Perguntou o Que Está Acontecendo com Seu Corpo?
Imagine esta situação: seus olhos lacrimejam, seu nariz não para de coçar, ou você sente um peso que não explica. Será alergia ao pólen da primavera ou algo mais sério, como uma doença autoimune? A resposta nem sempre é óbvia. Muita gente passa anos lidando com sintomas sem saber a causa real, simplesmente porque não conhece os sinais que separam essas condições. E se eu te dissesse que existem pistas surpreendentes que podem te guiar? Neste artigo, vou te mostrar 3 sinais inesperados que fazem toda a diferença.
O Que Você Vai Descobrir Aqui
Não é só sobre identificar a diferença entre doenças autoimunes e alergias – é sobre tomar o controle da sua saúde. Vou te apresentar três detalhes que talvez você nunca tenha notado, mas que podem revelar se o que você tem é uma reação passageira ou algo que merece mais atenção. Preparado para olhar seus sintomas de um jeito novo? Então vem comigo e descubra como esses sinais podem transformar sua busca por respostas!
O Que São Doenças Autoimunes e Alergias? Entenda as Bases
Uma Visão Geral para Desvendar a Confusão
Quando falamos sobre a diferença entre doenças autoimunes e alergias, a primeira coisa que precisamos entender é como essas condições funcionam dentro do nosso corpo. Elas podem até parecer primas distantes por causa de sintomas como vermelhidão ou cansaço, mas, na verdade, são movidas por mecanismos bem diferentes. Vamos mergulhar nesse universo para que você consiga enxergar o que está por trás daqueles sinais que te incomodam – e por que confundir os dois pode atrasar sua busca por alívio.
Doenças Autoimunes: Quando o Corpo Vira Seu Próprio Inimigo
Imagine seu sistema imunológico como um exército treinado para te proteger. Agora, pense nesse exército se voltando contra você, atacando suas próprias células como se fossem invasores. É exatamente isso que acontece nas doenças autoimunes. Condições como lúpus, artrite reumatoide ou doença celíaca surgem quando o corpo “se engana” e começa a destruir tecidos saudáveis. Os sintomas? Podem incluir dor nas articulações, febre persistente ou até problemas nos órgãos, dependendo da doença.
Exemplos e Impactos no Dia a Dia
Pense em alguém com lúpus: um dia, essa pessoa pode acordar com uma erupção no rosto; no outro, sentir uma fadiga que não explica. Já na esclerose múltipla, o sistema nervoso é o alvo, podendo levar a tremores ou dificuldade para andar. O ponto principal aqui é que as doenças autoimunes afetam o corpo de forma ampla e, muitas vezes, imprevisível. Isso é parte do que torna a diferença entre doenças autoimunes e alergias tão crucial de entender.
Alergias: Uma Reação Exagerada a Algo de Fora
Agora, mude o cenário: em vez de lutar contra si mesmo, seu corpo entra em pânico por causa de algo externo, como pólen, pelo de gato ou amendoim. Essa é a essência das alergias. Seu sistema imunológico vê essas substâncias – chamadas alérgenos – como ameaças graves e reage com força total, mesmo que elas não sejam perigosas de verdade. O resultado? Espirros, coceira nos olhos, erupções na pele ou, em casos graves, até dificuldade para respirar.
Como as Alergias se Mostram no Corpo
Se você já passou uma tarde ao ar livre e voltou com o nariz escorrendo, provavelmente conhece bem uma alergia sazonal. Ou talvez tenha comido algo que te deixou com urticária em minutos. Diferente das doenças autoimunes, as alergias costumam ter um gatilho claro – e, quando esse gatilho some, os sintomas tendem a ir embora também. É uma pista importante para captar a diferença entre doenças autoimunes e alergias.
Por Que Essas Diferenças Importam Tanto?
Saber o que está acontecendo no seu corpo não é só curiosidade – é uma questão de saúde. Enquanto uma alergia pode ser controlada com um antialérgico ou evitando o que te faz mal, uma doença autoimune exige cuidados mais complexos, como medicamentos para “acalmar” o sistema imunológico ou até mudanças no estilo de vida. Confundir os dois pode significar tratar um problema que não existe ou ignorar algo que precisa de atenção urgente. Entender essa distinção é como ter um mapa para navegar pelos seus sintomas.
Sinais Iniciais que Podem Enganar
Aqui vai um detalhe interessante: tanto alergias quanto doenças autoimunes podem começar com inflamação ou fadiga. Uma pessoa com rinite alérgica pode se sentir tão cansada quanto alguém com tireoidite de Hashimoto nos primeiros estágios. Mas, enquanto a alergia pode passar com o fim da temporada de pólen, a doença autoimune segue seu curso, muitas vezes piorando com o tempo. É por isso que os sinais que vamos explorar mais adiante neste artigo são tão surpreendentes – e tão úteis.
Um Primeiro Passo para Clareza
Se você já se perguntou “Por que eu sinto isso?”, o segredo está em olhar além da superfície. Doenças autoimunes e alergias têm origens distintas, e reconhecer isso é o começo para encontrar respostas. Antes de correr para a farmácia ou desistir de entender seus sintomas, que tal prestar atenção nos detalhes que separam essas condições? Vamos te mostrar como no próximo tópico!
Sinal #1: A Persistência dos Sintomas – O Tempo Revela a Verdade
Por Que o Tempo é um Aliado na Identificação?
A diferença entre doenças autoimunes e alergias muitas vezes se esconde em algo que você pode observar sem precisar de um médico logo de cara: o tempo que seus sintomas duram. Já reparou se aquele incômodo vai e vem como um visitante sazonal ou se ele simplesmente não te dá trégua? Esse é o primeiro sinal surpreendente que vamos explorar, e ele pode ser mais revelador do que você imagina. Vamos entender como a persistência – ou a falta dela – desenha uma linha clara entre essas condições.

Alergias: Sintomas que Chegam e Partem
Pense em uma alergia como um hóspede inconveniente que aparece só em certas ocasiões. Se você tem rinite alérgica, por exemplo, pode espirrar sem parar na primavera, quando o pólen está no ar, mas se sentir ótimo no inverno. O mesmo vale para uma alergia alimentar: coma um camarão e, em minutos, sua pele pode coçar – mas, se evitar o prato, o problema some rapidinho. O ponto aqui é que as alergias são reativas: elas aparecem com um gatilho específico e tendem a desaparecer quando o gatilho vai embora.
O Padrão Sazonal ou Situacional
Esse padrão é uma pista poderosa. Se seus olhos lacrimejam só quando você passeia no parque ou quando o gato do vizinho resolve te visitar, é um sinal clássico de alergia. A duração dos sintomas está diretamente ligada a esse “interruptor” externo. Então, da próxima vez que você se perguntar sobre a diferença entre doenças autoimunes e alergias, pergunte a si mesmo: “Meus sintomas têm hora marcada ou são imprevisíveis?”
Doenças Autoimunes: O Inimigo que Não Dá Descanso
Agora, mude o cenário. Nas doenças autoimunes, os sintomas não respeitam estações ou situações – eles são mais como um companheiro constante, às vezes silencioso, às vezes barulhento, mas quase sempre presentes. Tome o lúpus como exemplo: uma pessoa pode sentir fadiga por semanas, mesmo sem nenhum “gatilho” óbvio, ou acordar com dores nas articulações que não explicam. É como se o corpo estivesse em guerra consigo mesmo, e essa batalha não tem data para acabar.
Ciclos e Crises: O Ritmo das Doenças Autoimunes
Diferente das alergias, as doenças autoimunes podem ter altos e baixos – os famosos períodos de “crise” e “remissão”. Na artrite reumatoide, por exemplo, você pode ter dias em que as mãos estão inchadas e doloridas, seguidos por momentos mais leves, mas o problema nunca some de vez. Essa persistência cíclica é um contraste gritante com a natureza temporária das alergias, e entender isso pode te ajudar a captar a diferença entre doenças autoimunes e alergias.
Como Usar Esse Sinal no Seu Dia a Dia?
Aqui vai uma dica prática: pegue um caderno ou até o bloco de notas do celular e anote quando seus sintomas aparecem e quanto tempo eles duram. Se você percebe que eles vêm em ondas curtas, ligados a algo como poeira ou comida, pode ser uma alergia te dando oi. Mas se eles insistem em ficar mudando de intensidade sem um motivo claro, talvez seja hora de pensar em algo mais profundo, como uma condição autoimune. O tempo não mente – ele só precisa que você preste atenção.
Um Exemplo da Vida Real
Conheço uma amiga que passou meses achando que tinha alergia a algum produto da casa. O nariz escorria, os olhos coçavam, mas nada que ela tirasse do ambiente resolvia. Até que ela notou que o cansaço e uma febre leve não paravam, mesmo fora da “temporada de alergias”. Um exame mostrou tireoidite de Hashimoto, uma doença autoimune. O que ela aprendeu? Que a persistência dos sintomas foi o primeiro alerta que ela ignorou.
O Primeiro Passo Está nos Detalhes
Esse sinal é surpreendente porque é simples, mas poderoso. Não precisa de equipamentos caros ou conhecimento médico – só de um olhar atento para o seu próprio corpo. A diferença entre um problema que passa com o vento e outro que se enraíza está bem aí, no ritmo dos seus sintomas. Então, da próxima vez que você se sentir “mal de novo”, pare e observe: é algo que vem e vai ou algo que decidiu morar com você? Esse pode ser o começo da sua clareza.
Sinal #2: A Resposta ao Tratamento – O Que Funciona (ou Não) Diz Muito
O Tratamento Como um Teste Silencioso
Você já parou para pensar que a diferença entre doenças autoimunes e alergias pode estar na forma como seu corpo reage aos remédios? Esse é o segundo sinal surpreendente que vamos explorar, e ele é como uma bússola para quem está perdido entre sintomas confusos. Afinal, se um antialérgico resolve seu problema em horas, mas uma dor insiste mesmo com analgésicos, isso pode ser mais do que coincidência – pode ser a chave para entender o que está acontecendo. Vamos ver como esse detalhe funciona na prática.
Alergias: Alívio Rápido com a Solução Certa
Quando se trata de alergias, o tratamento costuma ser um sucesso quase imediato – desde que você acerte o alvo. Tome um anti-histamínico para uma crise de rinite, e logo o nariz para de escorrer. Evite aquele alimento que te dá coceira, e a pele agradece em pouco tempo. O segredo das alergias é que elas respondem bem a medidas simples: bloquear a reação ou fugir do gatilho. É como desligar um alarme que disparou por engano – rápido e eficiente.
Exemplos que Você Já Pode Ter Vivido
Pense naquela vez que você espirrou sem parar perto de uma florada intensa. Um spray nasal ou um comprimido antialérgico provavelmente te salvou em minutos, certo? Ou talvez uma pomada tenha acalmado uma urticária depois de um jantar com frutos do mar. Essa resposta ágil é um sinal clássico de alergia – e um contraste enorme com o que acontece nas doenças autoimunes. Prestar atenção nisso pode te ajudar a enxergar a diferença entre doenças autoimunes e alergias.
Doenças Autoimunes: Um Desafio Bem Maior
Agora, imagine um cenário diferente: você toma um remédio para aliviar uma dor ou uma inflamação, mas o alívio simplesmente não vem. Nas doenças autoimunes, o corpo não está reagindo a algo de fora – ele está lutando contra si mesmo, e isso torna o tratamento mais complexo. Medicamentos como anti-inflamatórios podem até mascarar os sintomas por um tempo, mas sem algo mais forte, como imunossupressores, o problema continua. É como tentar apagar um incêndio interno com um copo d’água.
Por Que os Remédios Simples Não Bastam?
Pegue a artrite reumatoide como exemplo: uma aspirina pode reduzir a dor por algumas horas, mas as articulações seguem inchadas porque o sistema imunológico não para de atacar. No caso da tireoidite de Hashimoto, um antialérgico não faz nada contra o cansaço ou a queda de cabelo – você precisa de hormônios ou ajustes mais profundos. Essa resistência ao tratamento fácil é um grito do corpo dizendo que algo mais sério está em jogo, marcando outra diferença entre doenças autoimunes e alergias.
Testando na Vida Real: O Que Fazer?
Aqui vai um experimento simples (e seguro) que você pode tentar: se suspeita de alergia, teste um antialérgico comum e veja o que acontece. Se os sintomas somem ou diminuem em um ou dois dias, ótimo – provavelmente é isso. Mas se você já tentou de tudo – remédios, chás, repouso – e nada parece funcionar direito, pode ser um sinal de que o problema vai além de uma reação passageira. Anote como seu corpo responde; essa informação pode ser ouro para um médico depois.
Uma História para Refletir
Lembro de um colega que vivia com coceira nos olhos e achava que era alergia ao pó da rua. Ele tomava antialérgicos, mas o alívio durava pouco, e o cansaço só aumentava. Depois de meses insistindo no mesmo remédio, ele procurou um especialista e descobriu psoríase – uma condição autoimune. O que ele aprendeu? Que a falta de resposta ao tratamento foi o empurrão que ele precisava para investigar mais a fundo.
O Poder de Ouvir o Corpo
Esse sinal é surpreendente porque transforma algo frustrante – um remédio que não funciona – em uma pista valiosa. A rapidez do alívio ou a teimosia dos sintomas não são só detalhes; são mensagens que seu corpo envia. Então, da próxima vez que você pegar um comprimido na farmácia, observe: ele resolveu o problema ou só jogou a poeira para debaixo do tapete? A resposta pode te guiar para o caminho certo.
Sinal #3: Os Sintomas Sistêmicos – Onde o Problema Mora?
O Alcance dos Sintomas Faz Toda a Diferença
A diferença entre doenças autoimunes e alergias pode estar bem diante dos seus olhos – ou melhor, espalhada pelo seu corpo. Esse terceiro sinal surpreendente é sobre o “onde” dos sintomas: eles ficam em um cantinho específico ou tomam conta de tudo? Se você já se perguntou por que uma coceira vem acompanhada de febre ou por que o cansaço não explica um simples nariz entupido, esse detalhe pode ser a luz que você precisava. Vamos explorar como o alcance dos sintomas separa essas duas condições de um jeito que você nunca imaginou.

Alergias: Ataques Locais e Focados
Nas alergias, os sintomas gostam de se concentrar em áreas específicas – como se fossem atiradores de elite mirando um alvo. Se o pólen te pega, seu nariz e seus olhos viram o campo de batalha, mas o resto do corpo geralmente fica em paz. Uma alergia alimentar pode trazer urticária na pele ou um aperto no peito, mas não costuma mexer com suas articulações ou te deixar febril. É uma reação direta: o alérgeno chega, o corpo responde onde ele “bateu”, e fim de papo.
Lugares Típicos das Alergias
Pense em uma crise de asma alérgica: os pulmões reclamam, você pode chiar ao respirar, mas suas pernas não vão doer por causa disso. Ou imagine uma alergia a perfume – a coceira fica na pele que teve contato, sem se espalhar para o resto do corpo. Essa limitação geográfica é uma pista enorme para captar a diferença entre doenças autoimunes e alergias. Se os sintomas têm um endereço fixo, é bem provável que você esteja lidando com uma alergia.
Doenças Autoimunes: Um Impacto que Abraça o Corpo Todo
Agora, troque a mira precisa por uma tempestade que atinge tudo ao mesmo tempo. Nas doenças autoimunes, os sintomas são sistêmicos – ou seja, eles não respeitam fronteiras e podem afetar várias partes do corpo de uma vez. O lúpus, por exemplo, não se contenta com uma erupção na pele; ele pode trazer dor nas juntas, febre e até afetar os rins. Já a esclerose múltipla bagunça o sistema nervoso, causando desde formigamentos nas mãos até problemas de visão. É um ataque em larga escala.
Sinais que Não Ficam em um Só Lugar
Aqui está o pulo do gato: se você sente cansaço extremo junto com dores que mudam de lugar ou uma inflamação que parece “viajar” pelo corpo, isso grita doença autoimune. Na tireoidite de Hashimoto, o pescoço pode inchar por causa da tireoide, mas o cabelo cai e o coração desacelera ao mesmo tempo. Essa bagunça generalizada é o que marca a diferença entre doenças autoimunes e alergias – e o que torna esse sinal tão revelador.
Como Identificar Isso no Seu Corpo?
Quer saber se seus sintomas são locais ou sistêmicos? Faça um exercício simples: liste o que você está sentindo hoje. É só uma coceira no braço? Um nariz escorrendo? Ou você está com febre, dor nas costas e uma fadiga que não explica? Se o problema está em um só lugar e tem um motivo claro (como poeira ou comida), pode ser alergia. Mas se ele parece um quebra-cabeça com peças em todo o corpo, talvez seja hora de olhar mais fundo.
Um Caso que Explica Tudo
Conheço alguém que achava que tinha alergia por causa de uma tosse insistente. Ela evitava lugares empoeirados, mas aí vieram as dores nas pernas e uma febre baixa que não passava. Depois de exames, o diagnóstico foi artrite reumatoide – os sintomas sistêmicos estavam ali o tempo todo, mas ela só via a “ponta do iceberg”. Histórias assim mostram como esse sinal pode mudar a forma de encarar o que você sente.
Um Sinal que Conecta os Pontos
Esse terceiro sinal é surpreendente porque nos força a olhar o corpo como um todo, não como pedaços isolados. Alergias são brigas locais; doenças autoimunes são guerras generalizadas. Então, da próxima vez que você sentir algo estranho, pergunte: “Isso está só aqui ou em todo lugar?” A resposta pode ser o empurrão que faltava para entender o que seu corpo está tentando te dizer.
Quando Procurar um Médico? O Momento de Transformar Dúvidas em Respostas
Os Sinais São Pistas, Mas Não o Diagnóstico
Entender a diferença entre doenças autoimunes e alergias é um passo incrível para ouvir seu corpo, mas aqui vai um aviso importante: essas pistas que vimos – persistência, resposta ao tratamento e sintomas sistêmicos – são como lanternas em um caminho escuro, não o mapa completo. Você pode suspeitar do que está acontecendo, mas só um médico tem as ferramentas para confirmar. Então, como saber a hora de deixar a curiosidade de lado e buscar ajuda profissional? Vamos te guiar por esse momento crucial.
Por Que o Autodiagnóstico Pode Te Enganar?
É tentador jogar seus sintomas no Google e decidir que é “só uma alergia” ou “algo mais sério”. Mas o corpo é esperto – e às vezes traiçoeiro. Uma coceira que parece alergia pode ser o começo de uma psoríase, e um cansaço que você jura ser autoimune pode ser só stress acumulado. Sem exames ou um olhar treinado, você corre o risco de tratar o problema errado ou ignorar algo que precisa de atenção urgente. A diferença entre doenças autoimunes e alergias exige mais do que suposições – exige certezas.
Histórias que Ensinam
Já ouvi de uma pessoa que passou anos tomando antialérgicos para uma “alergia” que nunca melhorava. Era uma tosse seca que ela culpava no pólen, mas os remédios não faziam efeito, e o cansaço só crescia. Um dia, ela marcou uma consulta e descobriu fibromialgia, uma condição que não tem nada a ver com alérgenos. O erro? Achar que podia resolver sozinha. Histórias assim mostram que o médico não é um luxo – é uma necessidade.
Quais Exames Podem Ajudar?
Se os sinais que falamos até aqui estão te deixando na dúvida, um especialista pode pedir exames para esclarecer tudo. Para alergias, testes de prick (aqueles furinhos no braço) ou exames de sangue para IgE mostram se algo externo está te afetando. Já para doenças autoimunes, exames como o FAN (fator antinuclear) ou níveis de anticorpos específicos podem revelar se seu sistema imunológico está em guerra consigo mesmo. Esses testes são como um detetive que junta as peças do quebra-cabeça que você começou.
Quando os Sintomas Gritam por Atenção?
Aqui vai uma regra simples: se seus sintomas persistem por semanas, não respondem a tratamentos básicos ou afetam várias partes do corpo, não espere mais. Uma febre que vem e vai, dores que mudam de lugar ou um cansaço que te derruba mesmo após uma boa noite de sono são alertas vermelhos. Esses sinais sistêmicos ou teimosos podem ser a ponte para entender a diferença entre doenças autoimunes e alergias – e o médico é quem vai te ajudar a atravessá-la.

O Que Fazer Antes da Consulta?
Enquanto marca sua visita ao médico, você pode se preparar. Anote tudo: quando os sintomas começaram, o que os melhora ou piora, e como eles se espalham (ou não). Leve essa lista com você – ela é como um roteiro que ajuda o médico a entender sua história. E, se já tentou remédios, mencione quais funcionaram ou falharam. Esses detalhes não só aceleram o diagnóstico como mostram que você está comprometido em encontrar respostas.
Um Empurrão para o Próximo Passo
Pense assim: procurar um médico não é admitir derrota; é tomar as rédeas da sua saúde. Talvez você descubra que é só uma alergia ao pó que precisa de um spray nasal. Ou talvez seja algo que exige mais cuidado, como uma condição autoimune. De qualquer forma, você sai ganhando – com clareza, com um plano e, principalmente, com paz de espírito.
Ação é o Melhor Remédio
Esse momento de decidir buscar ajuda é onde a mágica acontece. Os sinais que exploramos são poderosos, mas são só o começo. Um especialista pode transformar suas suspeitas em um caminho claro, seja para tratar uma alergia simples ou gerenciar algo mais complexo. Então, se esses sintomas estão rondando sua vida, não adie: marque aquela consulta e dê ao seu corpo a atenção que ele merece. Você está pronto para isso?
Conclusão
Um Resumo para Guardar no Coração
Chegamos ao fim dessa caminhada, e agora você tem nas mãos três sinais poderosos para entender a diferença entre doenças autoimunes e alergias. A persistência dos sintomas, a resposta ao tratamento e o alcance sistêmico não são só detalhes médicos – são ferramentas que te ajudam a ouvir seu corpo de um jeito novo. Vamos recapitular esses pontos e ver como eles podem transformar sua busca por bem-estar em algo mais claro e confiante.
Sinal #1: O Tempo Não Mente
Lembra do primeiro sinal? Se seus sintomas aparecem e somem com um gatilho claro, como o pólen da primavera, é um indício forte de alergia. Mas se eles teimam em ficar voltando em ciclos ou sem motivo aparente, pode ser o sistema imunológico brigando consigo mesmo. Esse padrão temporal é o primeiro passo para enxergar a diferença entre doenças autoimunes e alergias – e tudo que você precisa é prestar atenção.
Sinal #2: O Tratamento Fala por Si
O segundo sinal é como um teste prático: um antialérgico resolveu sua coceira em horas? Provavelmente é uma alergia. Mas se os remédios parecem não fazer cócegas no problema, e a dor ou o cansaço persistem, você pode estar lidando com algo mais profundo, como uma doença autoimune. A forma como seu corpo reage ao que você tenta é um recado direto – e ele merece ser ouvido.
Sinal #3: O Corpo Todo ou Só um Pedaço?
Por fim, o terceiro sinal nos mostrou o alcance: alergias adoram atacar um lugar específico – nariz, pele, pulmões –, enquanto doenças autoimunes espalham a confusão por aí, afetando juntas, órgãos e energia. Essa diferença de “território” é o que torna a diferença entre doenças autoimunes e alergias tão visível quando você sabe onde olhar. Seus sintomas estão concentrados ou espalhados? A resposta pode ser o grande divisor de águas.
Por Que Isso Importa para Você?
Esses sinais não são só curiosidades – eles têm o poder de mudar sua qualidade de vida. Pense em quantas vezes você já deixou um sintoma de lado, achando que “vai passar”. Agora, com essas pistas, você pode fazer perguntas melhores, buscar respostas mais rápidas e até chegar ao médico com uma ideia mais clara do que está sentindo. É como ganhar um superpoder: o de entender seu corpo e lutar por ele.
Um Convite para Refletir
E aí, algum desses sinais já acendeu uma luz na sua cabeça? Talvez você esteja pensando em um nariz escorrendo que some no inverno ou numa fadiga que não te larga. Seja qual for o caso, pare um segundo e reflita: “O que meu corpo está tentando me dizer?” Esses três sinais são o começo de uma conversa com você mesmo – uma que pode te levar a mais saúde e menos dúvidas.
Vamos Conversar Mais?
Sua jornada não precisa terminar aqui já pode visitar a categoria de tratamentos https://imunevital.com/category/tratamentos/ de nosso SIC. Compartilhe nos comentários o que você achou desses sinais ou se já passou por algo assim.
Talvez você conheça alguém que está confuso com sintomas e precisa desse empurrão – que tal passar esse artigo para frente? Entender a diferença entre alergias e doenças autoimunes é mais do que conhecimento – é um passo para viver melhor. Então, o que você vai fazer com essas pistas agora?
Artigo Científico Sugerido:
Título: “Allergic Disease and Autoimmune Effectors Pathways”
Autores: Menachem Rottem, M. Eric Gershwin, Yehuda Shoenfeld
Publicado em: Developmental Immunology, 2002, Volume 9, Issue 3, pp. 161–167
DOI: 10.1080/1044667031000137638
Link: https://www.ncbi.nlm.nih.gov/pmc/articles/PMC2276096/
Eu já sofri muito com quadros alérgicos, tanto dermatites, quanto as respiratórias. Eu sempre me
Pergunto o que o meu corpo está refletindo? Muito esclarecedor o seu artigo, obrigada!
Eu já sofri muito com quadros alérgicos, tanto dermatites, quanto as respiratórias. Eu sempre me
Pergunto o que o meu corpo está refletindo? Muito esclarecedor o seu artigo, obrigada!